O Grêmio estudantil do Colégio Estadual do Paraná tem mais de 60 anos de história envolvendo lutas políticas, projetos culturais e conquistas heroicas. Uma entidade que tem importância ímpar para a construção de uma escola pública, democrática e plural.
Essa organização tem um estatuto próprio, cargos executivos e diversas diretorias, totalizando 22 membros efetivos e uma base de mais de 400 estudantes associados, sendo assim um dos maiores Grêmios estudantis do país.
Conforme consta em estatuto próprio o Grêmio tem como principais funçôes: representar os interesses individuais e coletivos dos alunos, fomentar a o espirito democrático no ambiente escolar, promover a interação entre os alunos por meio de atividades esportivas, culturais e sociais e lutar por uma educação pública de qualidade.
Diversas gestões foram eleitas com a promessa de construir um grêmio participativo e aberto aos alunos. O que observamos, para o desgosto da comunidade escolar, é que nos últimos anos a entidade não vem cumprindo com seus objetivos mais fundamentais.
As atitudes atuais tem "virado as costas" para os seus sócios, colocando seus interesses pessoais a frente dos verdadeiros ideais da coletividade estudantil.
Para ser mais específico a gestão denominada "Reconstrução" eleita ano passado agiu vergonhosamente traindo a confiança que nela foi depositada.
Essa mesma "gestão" não cumpriu as obrigações diretas de questões administrativas e jurídica, como por exemplo: lavrar ata de posse, regularizar livros ata e livro caixa, prestação de contas e balancetes, abertura oficial da conta bancária junto a Direção Geral do colégio, não podendo assim de fato ser uma gestão realmente afetiva.
Quando esse grupo intitulado "Reconstrução" ganhou a eleição, justamente de maneira grandiosa assumindo assim a posse do Grêmio Estudantil, nos sentimos esperançosos por ver tantas pessoas bem intencionada a fazer parte de uma organização sem fins lucrativos, a compor um órgão tão fundamental para a escola. A decepção apareceu logo após alguns meses. O grupo "Reconstrução" não se articulou de maneira afetiva faltando: vontade, confiança, determinação, respeito pela instituição e principalmente amor pelo Colégio Estadual do Paraná.
Acreditamos com muita fé que nem todos agiram de maneira irresponsável por opção ou com pouco comprometimento, porém a equipe, como estava organizada ou não organizada não obteve exito em sua curta duração na história desse colégio.
Com a pouca maturidade e liderança da "Responsável" e com uma equipe minada pela desunião o infeliz grupo "Reconstrução" acabou por não reconstruir nada e consequentemente regredir a luta estudantil dentro do CEP.
E agora nas últimas semanas, alguns membros da pseudo-gestão tentaram tentaram se articulas para passar a responsabilidade de administrar o Grêmio aos alunos representantes de turma. Uma atitude vil que prova a falta de credibilidade dessas pessoas, que no final do processo democrático ainda tentam se aproveitar da boa fé de estudantes preocupados com a entidade, tentam assim evitar o julgamento popular da comunidade ao qual eles não respeitaram durante todos esses meses.
O nome reconstrução, provavelmente escolhido para reorganizar o grêmio do CEP depois de tantas chapas mal sucedidas, só nos deixou a singular lição de RECONSTRUIR a moral da entidade depois que eles passaram...
Regido por Joel Ramalho Lopes Professor de Sociologia CEP- Grupo Pró Democracia.
Concordo plenamente Joel, acredito que a falta de organização foi a primeira de muitas das razões que fizeram com que o sonho de "Reconstrução" acabasse tão vergonhosamente. Eu, como membra dessa equipe, só tenho desculpas a pedir por não ter conseguido realizar as tarefas as quais me comprometi. Espero que para o ano de 2012 consigamos eleger uma chapa que faça a diferença, estou disposta a ajudar no que precisarem. Parabéns pelo texto Joel, colocou em letras o sentimento da maioria.
ResponderExcluir